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Download: Guia de Comunicação e Sustentabilidade

Acabo de ler um material fantásico do CEBDS - Centro Empresarial Brasileiro Para o Desenvolvimento Sustentável). E o que é melhor, de graça e acessível para download, como toda publicação que preza pela comunicação e educação (desculpem a rima) deveria ser. Trata-se do Guia de Comunicação e Sustentabilidade editado pela instituição, que reúne empresas brasileiras preocupadas com a própria sustentabilidade (leia-se: coerência) do tema ambiental mais falado dos últimos tempos. E dá o recado logo no começo da publicação: "o comunicador tem que ser mais que um transmissor de informações". Embora o discurso seja empresarial, vale a pena ler esse material que oferece uma reflexão pertinente aos dias atuais: o que é mesmo ser sustentável, dentro de uma empresa? Como é que se consegue harmonizar crescimento econômico, inclusão social e ainda diminuir os impactos negativos ao ambiente? Como deve ser comunicada a sustentabilidade na mídia e a outros públicos? Dá para usar v...

Reflexão sobre o ontem e o hoje: onde vamos parar?

Recebi o texto abaixo em uma das tantas listas de discussão que assino. Muito inteligente, bom para debater em casa, no trabalho, na sala de aula. O discurso recorrente é o de que as gerações anteriores a nossa não se peocuparam com os recursos naturais; será mesmo? Nunca tivemos tanta informação ambiental como agora, principalmente no que se refere a causa e consequência de nossos atos; mas, ao mesmo tempo, tem dias que sinto nosso esforço contra os excessos e os resíduos em vão. Bom, segue o texto, contem o que acham! A onda verde e o meu tempo "Na fila do supermercado o caixa diz uma senhora idosa que deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não eram amigáveis ao meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: “Não havia essa onda verde no meu tempo.” O empregado respondeu: "Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente. " ...

Planejamento de comunicação no Parque Pau Brasil

Representação de corredor ecológico por participantes da oficina Os conselheiros do Parque Nacional do Pau Brasil, situado no Extremo Sul da Bahia, pensaram estratégias de comunicação e organizaram um plano de ação que recomenda a produção de jornais, site e outras ferramentas para “difundir as informações do parque com mais clareza” e “contribuir para amenizar os conflitos existentes e que surgirem”, entre outros objetivos levantados coletivamente pelo grupo. A atividade está dentro do projeto de Mobilização, Consolidação e Capacitação do Conselho Consultivo do Parque Nacional do Pau Brasil, onde uma consultoria foi contratada para a renovação, diagnóstico e capacitação junto ao conselho. Após oficinas envolvendo temas ligados às unidades de conservação – legislação ambiental e gestão participativa, entre outros – parte do conselho consultivo passou por uma oficina para elaborar estratégias coletivas de comunicação. Para auxiliar o planejamento, os conselheir...

Bahia apresenta mais uma produção comunitária de cinema

Literalmente, uma câmera na mão e uma idéia na cabeça faz sentido para a turma do Cineclube Caravelas. Essa pequena cidade do litoral do Extremo Sul baiano, mais conhecida na mídia pelo Parque Nacional Marinho de Abrolhos, abriga um movimento cultural chamado Arte Manha, que entre outros produziu o lindo Não Mangue de Mim - que eu costumo utilizar em oficinas de educação ambiental e comunicação, por mostrar a realidade dos pescadores em uma história escrita, feita e dirigida pelos próprios comunitários. Esta semana o grupo lançou o filme acima, Itajara e o Fantasma do Farol , uma história que mistura crítica a exploração do petróleo na região, romance e valorização da cultura afro-indígena. Há música, rituais pataxós, capoeira e participação de Tetha, membro da comunidade de Cumuruxatiba, que também é um dos repórteres comunitários do jornal Tanara , cujos participantes fazem parte da Reserva Extrativista Marinha do Corumbau. As unidades de conservação do Extremo Sul, aliás, est...

Pelo direito a comunicação

No início de fevereiro, várias instituições mundiais - incluindo a ABONG (Associação Brasileira de ONGs) e o coletivo de Comunicação Intervozes assinaram durante o Fórum Social Mundial em Dakar, uma declaração coletivos pelos direitos relacionados a comunicação e ao acesso a informação. Reproduzo abaixo o conteúdo da declaração, tirada do site da Ciranda Internacional da Comunicação Compartilhada . Vale destacar: a declaração fala na realização de campanhas de informação e sensibilização sobre temas da agenda internacional, incluindo a Rio+20 - evento pós Eco-92 do qual ainda não ouvimos falar muito claramente como será a participação de "cidadãos comuns", como todos nós, e não apenas especialistas da área. Acompanhe o conteúdo da declaração, divulgue e debata com seus coletivos: «O direito de informar e de ser informado» Nós, sujeitos da informação alternativa e militantes que utilizamos a comunicação como uma ferramenta de transformação social Constatando, n...

Escrita educomunicativa pode inspirar novos projetos

Vi no site do Departamento de Comunicações e Artes da ECA/USP e reproduzo integralmente. Espero que inspire novos projetos... há algum tempo comento com colegas de editoras e de instituições socioambientais que vale a pena investir em publicações com metodologia educomunicativa, isto é, que pessoas dito "comuns" participem da pauta a produção efetiva de textos e fotografias.  Imagine um guia de turismo feito pelos próprios moradores de um município... ou ainda publicações de educação ambiental elaboradas a partir de sugestões e participações efetivas das comunidades locais. Enquanto imaginamos, já tem gente fazendo experiências do gênero. Confira: Prêmio Funarte - Educomunicação O jornalista, escritor e professor Edvaldo Pereira Lima, acaba de ganhar o Prêmio Nacional da Funarte por um obra que ele mesmo considera "educomunicativa": "Há algo de um certo lado da educomunicação no projeto: o uso de ferramentas narrativas da comu...

Cobertura educomunicativa da Campus Party

Ando muito seletiva nesse começo de ano, curtindo a praia do Porto da Barra e questionando o que um colega me disse em São Paulo, de que eu precisava ficar mais antenada, porque há milhares de eventos e coisas rolando com repercussão na rede mundial de computadores. Ora, o que marca nosso século virou lugar comum entre os pesquisadores de comunicação a psicologia e filosofia: dizer que vivemos uma época de excessos de informação. Esses excessos me deixam com preguiça de entrar em tudo que é site e blog pra ficar por dentro de tudo que outrora, quando morava em Sampa, obrigatoriamente tinha que dar uma espiada. Em resumo, nesse mês de janeiro que intercala chuvas, trovoadas e tardes ensolaradas, deixei de lado o notíciário da TV que só fala nas enchentes e sequer acompanhei a famosa (pelo menos entre nós, que curtimos o mundo virtual) Campus Party , grande encontro de micreiros, interneteiros e afins que passam dias trocando idéias sobre o universo dos computadores e da grande rede. ...