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Mostrando postagens de Dezembro, 2009

Contribuindo virtualmente com a ENCEA: participe!

O grupo Nheengatu – comunidade de prática de educomunicação, comunicação comunitária e mídia social, nascida nas Jornadas de Educomunicação do VI Fórum Brasileiro de EA (jul/2009), está colaborando virtualmente com a construção da ENCEA.

Os participantes da comunidade na internet foram convidados a ler a proposta do documento-base, ponturar os eixos com os quais gostariam de contribuir com sugestões e deixá-las registradas dentro de um fórum virtual. Posteriormente, as sugestões serão sistematizadas e enviadas aos organizadores da ENCEA.

Conheça a comunidade Nheengatu clicando aqui. O ambiente NING é uma ferramenta virtual para grupos se reunirem, conversarem e trocarem informações, assim como ocorre com um blog. A diferença é que, ao se inscrever na comunidade, qualquer um pode enviar videos, fotos, abrir fóruns de discussão, entre outras ferramentas.

Download: atlas de bacia hidrográfica

O Instituto de Educação e Pesquisa Ambiental 5 Elementos, de São Paulo, "especializou-se" na publicação de materiais paradidáticos que podem ser utilizados na educação ambiental, tanto na escola quanto fora dela. São materiais feitos por e para educadores, diferente do que acontece com algumas editoras brasileiras - que nem sempre contratam pessoas com real vivência nessa área.

Seu lançamento mais recente é o Atlas Socioambiental - Um Retrato da Bacia Hidrográfica dos Rios Sorocaba e Médio Tietê. Tive a oportunidade de participar da produção, editando textos dessa ferramenta que une mapas e uma leitura dos mesmos para entender a gestão e a conservação dos recursos hídricos.
A publicação está disponível para download no site da 5 Elementos, junto a outros materiais produzidos pelo Instituto que, inclusive, estão com tiragem esgotada. É o caso do manual Lixo e Reciclagem, que traz temas como a história da relação do homem com seus resíduos, a classificação, coleta, transporte e…

Mocambos: uma rede pela comunidade negra

Em meio ao tédio que às vezes é o excesso de informações na rede, nos deparamos com iniciativas interessantes como a do Mocambos.Net, "rede de negras e negros" conectando comunidades quilombolas rurais e urbanas. A iniciativa é da Casa de Cultura Tainã, de Campinas, interior de São Paulo.

Além de notícias e projetos de 27 comunidades espalhadas pelo Brasil, há documentos preciosos nesse site-rede produzido em software livre. Um desses referenciais é o livro Baobá: Comunicação da Resistência, trabalho de conclusão do curso de jornalismo de Caroline Gutierrez e Lidiane Guedes, lançado ano passado.

Ambas investigaram como as novas ferramentas das tecnologias de informação entraram com força em várias comunidades quilombolas, onde programas de cidadania digital integram grupos e formam ciberativistas. Baixe o livro clicando aqui.

Para quem gosta de percussão, ainda há bons videos de oficinas da Casa Tainá. Clique aqui para ver um deles.

Cartilha da Unesco traz direitos humanos aos comunicadores comunitários

Nas últimas oficinas de educomunicação que trabalhei, refletir sobre direitos e deveres foi conversa básica para os grupos. Como é que se pensa a realidade para indicar soluções de problemas, se não sabemos como as coisas funcionam, como é que se fazem as leis e qual o papel das instituições públicas e privadas, presentes em nosso território?
Por isso achei bacana a iniciativa da Unesco, em produzir a cartilha digital Direitos Humanos na Mídia Comunitária, com noções básicas sobre direitos civis, políticos e sociais para a promoção da cidadania, da ética, do respeito mútuo e de atitudes de não-violência.
A cartilha oferece ainda sugestões de abordagem de temas relacionados aos direitos humanos em programas de rádio. Quem quiser baixar spots a respeito pode clicar aqui.