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Parceiros

Tomando Paulo Freire como inspiração ("é preciso tornar a educação um ato coletivo, solidário"), cito meus parceiros de trabalho como pessoas e empresas que atuam em uma rede em busca de inovação para a sustentabilidade, a garantia do direito a expressão e ao acesso a informação e entendem que as questões socioambientais estão em nosso dia-a-dia.

Conheça os parceiros:

A designer Gabriela Guenter trocou a capital paulista por uma ecovila em Botucatu, onde vivem com os dois filhos. Seu estúdio prioriza projetos que "transmitam valores como responsabilidade social, sustentabilidade e educação ambiental", e o resultado são desenhos delicados e cheios de energia positiva. Ela está pensando a logomarca da Educom Verde e ainda arruma tempo para escrever sobre soluções sustentáveis para o blog Verdedentro.

Ana Paula Caribé é advogada e já atuou como comunicadora  social em obras ligadas à Petrobras e em uma ong no litoral norte de São Paulo. Hoje ela dirige a Conceito Eco, empresa especializada na gestão sustentável de eventos  do gerenciamento de resíduos a construção de estandes menos impactantes. Com ela a Educom Verde tem projetos de cursos e consultorias voltados para a área de comunicação de obras e planos para a produção de um guia de eventos sustentáveis.

Educadora e fissurada pelo uso de tecnologias na educação (seu mestrado na Faculdade de Educação na Universidade de São Paulo foi sobre esse tema), Mary Grace Martins foi uma das minhas entrevistadas em reportagens para a revista Nova Escola. Hoje ela trabalha em diversos projetos de formação de educadores e público em geral, para que acessem as tecnologias de comunicação, e mantém o site Vivência Pedagógica. Vamos atuar em um projeto de curso virtual de educação ambiental e comunicação.

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Experiência na escola: música para ensinar

Encontrei esta semana uma das formas verdadeiramente sutis e poéticas de ensinar conteúdos em sala de aula, associando o aprendizado de história à reflexão sobre o meio ambiente. Apaixonada por MPB, a professora Marli Oliveira de Carvalho utiliza músicas em suas aulas de histórias junto a alunos de quinta a oitava séries da Escola Municipal Tenente José Maria Pinto Duarte, na zona Oeste de São Paulo. Primeiro, a professora trabalha o conteúdo de cada ano junto dos livros. Depois é que entram as músicas, que ela seleciona de acordo com o tema que deseja chamar a atenção. Não há necessidade de ser extremamente objetivo; a idéia é que as crianças associem algo da música ao que aprenderam anteriormente nos livros. O importante é que a canção dê um significado extra ao aprendizado. E de quebra, as crianças ainda têm acesso a nossa riqueza cultural presente na MPB. Marli pensa muitos anos-luz a frente e não se contenta em apenas fazer associações entre o aprendizado básico de história. Quer ...

Será que o brasileiro não sabe onde fica o Brasil?

Saiu na revista Veja há duas semanas, mas só agora consegui digerir a reportagem E a Gente Ainda Goza dos Americanos – que não deixo link, porque a revista só abre o conteúdo para seus leitores. E não sei se fiquei mais indignada com as informações da matéria ou se com o repórter que a escreveu, pixando (mais uma vez) o esforço de educadores em melhorar o nível de conhecimento de nossos alunos. A matéria baseou-se em uma publicação da multinacional Ipsos , um dos tantos institutos especializados em pesquisas sobre os mais diversos temas. Mil pessoas foram abordadas em setenta municípios das nove regiões metropolitanas brasileiras, e a abordagem consistia em abrir um mapa-mundi na frente desses entrevistados com perguntas do tipo “você sabe onde fica o Brasil? A África? Os EUA?”. A conclusão da pesquisa (transcrita da matéria, desse jeito mesmo): “50% dos brasileiros não sabem localizar o país no mapa”. E entre tantas abobrinhas que os entrevistados apontaram, não sabem onde fica o no...

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